Já ouvi as mesmas quatro músicas dez vezes. Liguei cinco vezes pra ver se não dava pra gente sair mesmo (é, sou meio lesa). Fucei alguns orkuts alheios, mas percebi que cansei desta vida. Agora vou na farmácia com a minha amiga.
E me odeio por não ter nunca alguma coisa boa pra escrever/falar.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
terça-feira, 28 de julho de 2009
Ciranda, cirandinha
Vamos todos cirandar.
Vamos dar a meia-volta, volta e meia vamos dar.
O anel que tu me deste era vidro e se quebrou.
O amor que tu me tinhas era pouco e se acabou.
Vamos dar a meia-volta, volta e meia vamos dar.
O anel que tu me deste era vidro e se quebrou.
O amor que tu me tinhas era pouco e se acabou.
sábado, 25 de julho de 2009
Twitter.
Não sei o que escrever, não tenho o que escrever, não me importo em escrever. Para falar bem a verdade, acabei entrando só pra saber como é que era. Dizem que a morte de MJ foi anunciada, em primeira mão, lá. Falaram que a ida ou não ida do Muricy pro Palmeiras seria por lá também. Eu só consigo pensar em falar que não tenho o que escrever ou, quando estou muito inspirada, em comentar sobre meu almoço. Muito interessante, né.
Pois é. Depois de apagar um ou dois perfis de orkut (e sempre voltar ao vício, é claro), de abandonar o msn (de vez), de envergonhadamente deixar um ou dois (ou até mais) blogs abandonados, criei mais um instrumento de comunicação que raramente irei usar.
Sinceramente, sou uma frequentadora muito mais assídua do taaz.
Mas me sigam, não os incomodarei, de qualquer forma.
Siga-me.
Pois é. Depois de apagar um ou dois perfis de orkut (e sempre voltar ao vício, é claro), de abandonar o msn (de vez), de envergonhadamente deixar um ou dois (ou até mais) blogs abandonados, criei mais um instrumento de comunicação que raramente irei usar.
Sinceramente, sou uma frequentadora muito mais assídua do taaz.
Mas me sigam, não os incomodarei, de qualquer forma.
Siga-me.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Procura-se uma Skipper.
No meu aniversário de 8 anos, eu ganhei roupas, perfumes, e mais outras coisas inúteis. O único presente que valeu a pena foi uma boneca, a Skipper. Foi um presente tão bom, que eu só lembro dele, não faço nem idéia de quem deu. Se hoje eu ganhasse roupas, perfumes e uma Skipper, provavelmente doaria a Skipper. Mas uma criança de oito anos não dá a mínima para roupas e perfume. A Skipper elevaria meu status social, na escola e no prédio, que, naquela época, era medido pela boneca que se tinha.
Nossa, eu adorava aquela boneca. Ela era a irmã mais nova da Barbie que, alguns anos antes, era feinha, feinha, mas, com a compra dos direitos da Barbie pela Mattel, foi relançada numa versão californian girl, linda. Ela usava um biquíni laranja, com óculos e pulseiras combinando. Era totalmente a sensação do momento. Minha Barbie bailarina, que até então era preferida, ficou jogada numa caixa. O Max Steel do meu irmão tinha outra namorada.
Então, chegou o dia. Todas as meninas da escola levariam sua barbie (no caso, minha Skipper). Seria a versão pré-escola do "Hot or Not", do filme Sidney White. A adorada boneca de biquíni laranja seria posta à prova. E eu sabia, simplesmente sabia, que a minha boneca não ia mais ser a empregada. Seria o auge da minha popularidade.
Bom, eu não lembro deste dia. Provavelmente eu fui a filha ou a irmã da menina mais pop. Ok, não é o máximo que se pode alcançar, mas foi um avanço e tanto. Quem sabe eu não criava coragem e dava um golpe, agora que tinha muito mais poder em minhas mãos.
Mas é o que dizem, alegria de pobre dura pouco. Quando eu cheguei em casa, vi que tinha esquecido a boneca. Mas não tinha problema. Meu colégio era muito organizado e tudo ia para o Achados e Perdidos. O pior que podia acontecer era a boneca ficar meio descabelada. Ou assim eu pensava.
Quando eu fui lá pegar minha boneca, com a minha bff, eu só disse: "Tia, ontem eu esqueci minha barbie em baixo da carteira, vim buscar hoje".
Aí a tia que cuidava do Achados e Perdidos, uma negrona, fortona, toda ona (nem idéia de como eu lembro, acho que eu era frequentadora assídua do lugar) falou pra mim:
"Uma com biquíni laranja?"
"É!"
"Com umas pulseirinhas?"
"Essa mesma!"
"Com um óculos de sol?"
"A própria!"
"Ah, uma menina da primeira série passou aqui faz um tempinho e pegou. Ela descreveu direitinho, e tal."
Aí bateu o desespero. Quem tinha roubado minha boneca?! Só podia ter sido alguém que brincou com a gente, e ficou com inveja. Ai, se eu pego. Mas eu falei que meu colégio era organizado, e era mesmo. A tia do Achados e Perdidos viu meu desespero e falou:
"Olha, se a boneca era sua mesmo, vai lá e fala com a menina. Tá aqui o nome dela, ó", e ela mostrou a assinatura da bandida, porque, sendo meu colégio muito organizado, ninguém podia pegar nada do Achados e Perdidos sem assinar uma lista.
Fui atrás dela. No começo, ela negou. Depois, assumiu, disse que trazia no dia seguinte. No dia seguinte, falou que tinha esquecido, mas colocava hoje na mala, sem falta. E fez isso por mais um bom tempo. Nos meus ingênuos recém-adquiridos oito anos, não quis envolver pais ou professores. Mas eu faço aniversário no fim de outubro, e o ano estava acabando e nada da menina trazer a boneca. No último dia de aula, fui procurá-la, ela fugia. Pensei "Ah, ano que vem ela não escapa."
Mudei de escola, nunca mais vi a cleptomaníaca mirim. Descobri como Pollis e suas roupas de plástico eram bacaninhas. Mas nunca superei de verdade a perda da boneca que foi minha por menos de uma semana.
Se você estiver lendo isto, e perceber que foi você que roubou minha boneca, e ainda a possui, mas quer devolver, favor entrar em contato.
Me faria uma pessoa muito mais completa.
Nossa, eu adorava aquela boneca. Ela era a irmã mais nova da Barbie que, alguns anos antes, era feinha, feinha, mas, com a compra dos direitos da Barbie pela Mattel, foi relançada numa versão californian girl, linda. Ela usava um biquíni laranja, com óculos e pulseiras combinando. Era totalmente a sensação do momento. Minha Barbie bailarina, que até então era preferida, ficou jogada numa caixa. O Max Steel do meu irmão tinha outra namorada.
Então, chegou o dia. Todas as meninas da escola levariam sua barbie (no caso, minha Skipper). Seria a versão pré-escola do "Hot or Not", do filme Sidney White. A adorada boneca de biquíni laranja seria posta à prova. E eu sabia, simplesmente sabia, que a minha boneca não ia mais ser a empregada. Seria o auge da minha popularidade.
Bom, eu não lembro deste dia. Provavelmente eu fui a filha ou a irmã da menina mais pop. Ok, não é o máximo que se pode alcançar, mas foi um avanço e tanto. Quem sabe eu não criava coragem e dava um golpe, agora que tinha muito mais poder em minhas mãos.
Mas é o que dizem, alegria de pobre dura pouco. Quando eu cheguei em casa, vi que tinha esquecido a boneca. Mas não tinha problema. Meu colégio era muito organizado e tudo ia para o Achados e Perdidos. O pior que podia acontecer era a boneca ficar meio descabelada. Ou assim eu pensava.
Quando eu fui lá pegar minha boneca, com a minha bff, eu só disse: "Tia, ontem eu esqueci minha barbie em baixo da carteira, vim buscar hoje".
Aí a tia que cuidava do Achados e Perdidos, uma negrona, fortona, toda ona (nem idéia de como eu lembro, acho que eu era frequentadora assídua do lugar) falou pra mim:
"Uma com biquíni laranja?"
"É!"
"Com umas pulseirinhas?"
"Essa mesma!"
"Com um óculos de sol?"
"A própria!"
"Ah, uma menina da primeira série passou aqui faz um tempinho e pegou. Ela descreveu direitinho, e tal."
Aí bateu o desespero. Quem tinha roubado minha boneca?! Só podia ter sido alguém que brincou com a gente, e ficou com inveja. Ai, se eu pego. Mas eu falei que meu colégio era organizado, e era mesmo. A tia do Achados e Perdidos viu meu desespero e falou:
"Olha, se a boneca era sua mesmo, vai lá e fala com a menina. Tá aqui o nome dela, ó", e ela mostrou a assinatura da bandida, porque, sendo meu colégio muito organizado, ninguém podia pegar nada do Achados e Perdidos sem assinar uma lista.
Fui atrás dela. No começo, ela negou. Depois, assumiu, disse que trazia no dia seguinte. No dia seguinte, falou que tinha esquecido, mas colocava hoje na mala, sem falta. E fez isso por mais um bom tempo. Nos meus ingênuos recém-adquiridos oito anos, não quis envolver pais ou professores. Mas eu faço aniversário no fim de outubro, e o ano estava acabando e nada da menina trazer a boneca. No último dia de aula, fui procurá-la, ela fugia. Pensei "Ah, ano que vem ela não escapa."
Mudei de escola, nunca mais vi a cleptomaníaca mirim. Descobri como Pollis e suas roupas de plástico eram bacaninhas. Mas nunca superei de verdade a perda da boneca que foi minha por menos de uma semana.
Se você estiver lendo isto, e perceber que foi você que roubou minha boneca, e ainda a possui, mas quer devolver, favor entrar em contato.
Me faria uma pessoa muito mais completa.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Férias, caderno, conselhos, só.
Bem, antes de tudo, perdoem o abandono. Eu estava de férias. Fui para a praia e, apesar do frio, estava ótimo. Já nem pareço (tanto) uma vampira. O sol neblinado, os diversos sucos de morango e as meninas que amam o mar colaboraram para isto.
Pois bem. Estou de volta. Já desfiz a mala, liguei para umas pessoas, vi outras, briguei com mais algumas, chequei scraps (zero), mandei scraps (três), me irritei com o provedor. Ah, enfim a normalidade da cidade. Vamos logo ao que interessa.
-
Hoje foi (mais) um dia de faxina aqui em casa. E minha irmã, mexendo em seu armário de coisas perdidas, achou meu caderno de bobagens do primeiro colegial. Já falei algumas vezes, mas retomo para os desavisados não se perderem completamente. O meu primeiro colegial foi a minha maior época de drama queen. Paixões, brigas, amizades, tudo era mais intenso, desesperado e passageiro. E tudo isto está retratado neste caderno que começa logo com a frase "espero não abandonar mais este projeto" e que, sete páginas depois, termina com um "aposentado por tempo indefinido". Nisto, se passa menos de um mês. Pra você ver que constância.
Dele, tiro conselhos que são mais para mim do que para qualquer outro, mas sintam-se livres para fazer o que bem entenderem, lerem, não lerem, pensarem, me chamarem de idiota, visto que meu cérebro já está sob efeito da uma da manhã.
Conselho Um. Não escreva sobre a sua vida. Dois anos depois, você lê o que escreveu e quer se matar. Paixões que não duravam um parágrafo. Brigas que acabavam e recomeçavam, e acabavam. Amizades eternas até que acabe a escola. É quando você percebe o quanto você desperdiçava.
Conselho Dois. Tá, nem tudo era lixo, algumas coisas são guardáveis. Um texto bonitinho sobre abandono me chamou a atenção. Basicamente, falava sobre nos compromissarmos mais com as coisas, não abandonarmos nossos projetos, não desistir. Falava exatamente sobre o que eu não deveria ter feito com meu caderno. Quem sabe. Talvez se eu tivesse continuado a escrever, eu entenderia como meu primeiro colegial terminou daquele jeito. Talvez eu pudesse ver como tudo que eu dizia ser necessário, absolutamente necessário, foi substituído por alguém que, naquela época, não teve sequer uma citação e que, agora, eu já nem lembro por que era tão necessário. Quem sabe.
Conselho Três. Os mais velhos sempre falam de olhar como era sua vida há dez, vinte anos. Bem, não precisamos de tudo isto. Basta olhar três anos para trás.
Tá, cansei. Tenho uns dois textos a serem divulgados, que espero que saiam melhores que este, aguardem. Vou queimar meu caderno.
Beijos.
Pois bem. Estou de volta. Já desfiz a mala, liguei para umas pessoas, vi outras, briguei com mais algumas, chequei scraps (zero), mandei scraps (três), me irritei com o provedor. Ah, enfim a normalidade da cidade. Vamos logo ao que interessa.
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Hoje foi (mais) um dia de faxina aqui em casa. E minha irmã, mexendo em seu armário de coisas perdidas, achou meu caderno de bobagens do primeiro colegial. Já falei algumas vezes, mas retomo para os desavisados não se perderem completamente. O meu primeiro colegial foi a minha maior época de drama queen. Paixões, brigas, amizades, tudo era mais intenso, desesperado e passageiro. E tudo isto está retratado neste caderno que começa logo com a frase "espero não abandonar mais este projeto" e que, sete páginas depois, termina com um "aposentado por tempo indefinido". Nisto, se passa menos de um mês. Pra você ver que constância.
Dele, tiro conselhos que são mais para mim do que para qualquer outro, mas sintam-se livres para fazer o que bem entenderem, lerem, não lerem, pensarem, me chamarem de idiota, visto que meu cérebro já está sob efeito da uma da manhã.
Conselho Um. Não escreva sobre a sua vida. Dois anos depois, você lê o que escreveu e quer se matar. Paixões que não duravam um parágrafo. Brigas que acabavam e recomeçavam, e acabavam. Amizades eternas até que acabe a escola. É quando você percebe o quanto você desperdiçava.
Conselho Dois. Tá, nem tudo era lixo, algumas coisas são guardáveis. Um texto bonitinho sobre abandono me chamou a atenção. Basicamente, falava sobre nos compromissarmos mais com as coisas, não abandonarmos nossos projetos, não desistir. Falava exatamente sobre o que eu não deveria ter feito com meu caderno. Quem sabe. Talvez se eu tivesse continuado a escrever, eu entenderia como meu primeiro colegial terminou daquele jeito. Talvez eu pudesse ver como tudo que eu dizia ser necessário, absolutamente necessário, foi substituído por alguém que, naquela época, não teve sequer uma citação e que, agora, eu já nem lembro por que era tão necessário. Quem sabe.
Conselho Três. Os mais velhos sempre falam de olhar como era sua vida há dez, vinte anos. Bem, não precisamos de tudo isto. Basta olhar três anos para trás.
Tá, cansei. Tenho uns dois textos a serem divulgados, que espero que saiam melhores que este, aguardem. Vou queimar meu caderno.
Beijos.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Garoto Sério
Na quinta série, ele tinha o coração de todas as meninas em sua mão. Já naquela época, tinha uma técnica, que não mudava nunca e funcionava sempre. Primeiro, se fazia de bobo, falava para a menina escolhida que estava apaixonado por Fulana, que precisava de dicas. Contava sua história inteira para a ouvinte, tola, achar que era a melhor amiga, a especial. Em cada conversa, ele ia fazendo a menina cair, até que, quando ela percebesse, já era tarde demais, era só mais uma. Também por isso, era o cara que todos os meninos da sala tentavam copiar. As roupas, os gestos, o jeito eram observados e adotados. Ele era o significado da palavra "descolado". Estava, assim, sempre cercado por wannabes e tietes.
Por dois anos.
Na sétima série, a classe foi dividida, as meninas ficaram (um pouco) mais espertas e apareceram outros aspirantes ao cargo de dono da bola. Veja bem. Ele não jogava futebol, já tinha decepcionado boa parte das garotas, substituído a maioria dos seus seguidores. Pela primeira vez, ele poderia estar sozinho. Mas não. Um grupo de menininhas bonitinhas criou um grupo e o escolheram para ser 'o' cara. Quem iria contradizê-las? Ainda que tivesse que dividir seu reinado, por assim dizer, ele não perdera toda a majestade. É verdade. Sua técnica já estava meio gasta, seu estilo já estava meio pra trás. Mas a falta de opções o ajudava.
No fim da oitava série, ele traiu seu melhor amigo. E fez parecer que a culpa era da menina.
No começo do primeiro colegial, apareceu um menino que o superava em tudo. Mais bonito, mais simpático, mais real.
No segundo colegial, todas as meninas que ficariam com ele já o tinham feito. Ele era rodado. Sua técnica já era conhecida, e ridicularizada.
No terceiro colegial, ele não foi escolhido para representante de sala, nem para orador, nem pra nada.
Na formatura, ele fez um discurso surpresa, e o combinado era vaiá-lo.
Depois da formatura, ele traiu seu melhor amigo, de novo. Desta vez,a culpa foi do próprio amigo.
Então, ele entrou na faculdade. Fez uma tatuagem, raspou o cabelo, adquiriu uma postura de menino sofrido. Fuma para parecer descolado, bebe para fingir que esquece, procura novos seguidores, engana outras meninas. De vez em quando, joga Mario e avalia suas cartas de Magic escondido.
Um garoto sério, muito sério.
Por dois anos.
Na sétima série, a classe foi dividida, as meninas ficaram (um pouco) mais espertas e apareceram outros aspirantes ao cargo de dono da bola. Veja bem. Ele não jogava futebol, já tinha decepcionado boa parte das garotas, substituído a maioria dos seus seguidores. Pela primeira vez, ele poderia estar sozinho. Mas não. Um grupo de menininhas bonitinhas criou um grupo e o escolheram para ser 'o' cara. Quem iria contradizê-las? Ainda que tivesse que dividir seu reinado, por assim dizer, ele não perdera toda a majestade. É verdade. Sua técnica já estava meio gasta, seu estilo já estava meio pra trás. Mas a falta de opções o ajudava.
No fim da oitava série, ele traiu seu melhor amigo. E fez parecer que a culpa era da menina.
No começo do primeiro colegial, apareceu um menino que o superava em tudo. Mais bonito, mais simpático, mais real.
No segundo colegial, todas as meninas que ficariam com ele já o tinham feito. Ele era rodado. Sua técnica já era conhecida, e ridicularizada.
No terceiro colegial, ele não foi escolhido para representante de sala, nem para orador, nem pra nada.
Na formatura, ele fez um discurso surpresa, e o combinado era vaiá-lo.
Depois da formatura, ele traiu seu melhor amigo, de novo. Desta vez,a culpa foi do próprio amigo.
Então, ele entrou na faculdade. Fez uma tatuagem, raspou o cabelo, adquiriu uma postura de menino sofrido. Fuma para parecer descolado, bebe para fingir que esquece, procura novos seguidores, engana outras meninas. De vez em quando, joga Mario e avalia suas cartas de Magic escondido.
Um garoto sério, muito sério.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
A Melhor Padaria do Mundo
Uma portinha, espremida entre uma loja de yakissoba e uma de roupas para crianças, na Rua dos Estudantes, no melhor estilo mangá. Você olha de fora, e não percebe nada demais. Até que, na hora da fome, você vê uns pãezinhos simpáticos e resolve entrar. Pronto, está conquistado.
Desde o estilo 'casinha', até os docinhos que parecem ter sido feitos justamente para você, tudo encanta. A bandeija convidativa, que praticamente pede "pega aquele lá, ó!", é a única coisa que pode ser um inconveniente. A gente sempre acaba pegando mais coisas do que deveria. Acreditem, é irresistível.
Se quiserem uma indicação, eu gosto do muffin de chocolate, e morro de vontade de comer uma torre de morango com chocolate.
E essa é mais uma dica da Marina(:
Thks, love, por ter ido comigo.
(O blog tá ficando meio chatinho, eu sei, deixa só eu inventar umas historinhas novas, tá? Mal aí.=P)
Desde o estilo 'casinha', até os docinhos que parecem ter sido feitos justamente para você, tudo encanta. A bandeija convidativa, que praticamente pede "pega aquele lá, ó!", é a única coisa que pode ser um inconveniente. A gente sempre acaba pegando mais coisas do que deveria. Acreditem, é irresistível.
Se quiserem uma indicação, eu gosto do muffin de chocolate, e morro de vontade de comer uma torre de morango com chocolate.
E essa é mais uma dica da Marina(:
Thks, love, por ter ido comigo.
(O blog tá ficando meio chatinho, eu sei, deixa só eu inventar umas historinhas novas, tá? Mal aí.=P)
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