terça-feira, 25 de setembro de 2012

Petit Dindon

Você me chama de misósofa e de fútil, mas você não soube explicar direito o que significava "misósofa". Pesquisei no Google, mas ele também não sabia. Só encontrei uns textos meio locões. Deixa pra lá.
Agora eu deveria estar estudando uma matéria idiota, mas fiquei com peso na consciência (ok, estou procrastinando meu estudo) e resolvi escrever o que deveria ser escrito.
Veja bem. Tem muitas coisas que não são legais. Terminar uma conversa com "ok". Chamar de "misósofa". Roubar, e matar.
Claro que tem coisas que são legais. A última figurinha do Heman foi legal, sim. Por exemplo.
O problema, querido PDD, é que eu sou fútil. E tenho medo de muitas coisas, como monstros. E não gosto de ficar sozinha. E não sou a melhor pessoa para lidar com críticas. A verdade, PDD, é que sou meio gay mesmo. Se você visse tudo que está por aqui, você veria isso. Mudei, sim, de uns tempos pra cá. Mas bem pouquinho.
Você, tão maduro, pode não entender algumas dessas coisas. Você pode até concordar comigo em alguns aspectos, e dizer que é uma questão de superação. Mas não é fácil. Não tá fácil pra ninguém.
Eu tinha muito mais para falar, só que os semáforos não se estudarão sozinhos.
Então, por enquanto é só.
Um beijo e um pão de batata, querido Petit Dindon.

sábado, 24 de abril de 2010

Não seja uma heart-breaker.

Eu gostava demais de você para ter que odiá-la.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Mais uma vez.

Voltei. E saí do cursinho (graças a Deus!), entrei na Poli (idem), e não tenho mais que me preocupar com História e Geografia, se assim eu quiser.
Vou tentar tirar carta, vou votar pela primeira vez, e ainda não acabou o verão.
E dizem que a vida não é boa.

Um beijo pra Mayara, minha única leitora.(:

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Planos

Eu espero que esse ano acabe logo. Foi um ano longo demais.
Apesar das risadas, uma ou outra festa, estar pertiiinho do M., mal posso esperar pelo ano que vem.
É.
No ano que vem, vou viajar, tirar carta, impedir que a Dilma vire presidente. Se tudo der certo, até numa faculdade eu entro. Adeus, Zona de Convergência, adeus, Sistemas Endócrinos! Depois do dia 13 de janeiro, nunca mais vou querer saber de vocês.
Ah, sábados. Mal posso esperar. Férias decentes, sem peso na consciência. Mil seriados. Filmes. Pessoas (que, por favor, não sejam adeptos do "carinho no ombro", ugh). Acho que vou até brigar menos com S. e I., já que, em março, eles vão estar em aula e quem vai estar de férias serei eu. Acho que até D.R. vai se sentir melhor.
Uma vida, enfim. (Tá, exagerei.)
Mas, de verdade, não vejo a hora.
Vou entrar naquele avião e esquecer deste ano.
Beijos.

Dia 13, dia 13, chegue logo!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Discursos de incentivo, sarcasmo, listas de exercício.
Agora é tudo ou nada.

domingo, 13 de setembro de 2009

Uma amiga me disse

"A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

Mário Quintana"

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Autominibiografia

Eu uso calça jeans, principalmente. Tomo Coca-Cola, mas estou tentando diminuir, não uso drogas, gosto de caipirinha de morango, e, sim, isso é pros fracos. Sou fraca mesmo, em todos os sentidos, mas não acho isso ruim.
Odeio pessoas irônicas, mas às vezes, não consigo segurar minha própria ironia. Dificilmente guardo sentimentos ruins, mas quando guardo, é para sempre mesmo. Constantemente, sinto vontade de abrir um buraco no chão e sumir.
Tenho muitos medos. Medo de escuro, medo de levar um fora, medo de rirem de mim, medo de cachorro, medo de ofender, medo de todo mundo morrer, medo. Isso me impede de fazer muita coisa, mas também me poupa.
Não acredito que o Obama seja diferente de todos os outros presidentes do Grande Estados Unidos. Apesar de parecer, não sou anti-americana, só não gosto de pagar pau. (Mas meu sonho é ir para Nova York).
Tenho alguns inimigos mortais, mas eles não sabem disto. Faço tudo por algumas pessoas, mas elas também não sabem disto. Aliás, nenhum deles nunca vai saber, e é melhor assim.
Estudo para entrar na Poli, mas se não entrar, tenho outras opções. Gosto de Matemática, Física, Química e Botânica, odeio Fisiologia, História e Geografia Física. O resto, depende.
Assisto séries sobre pessoas ricas e bonitas, e Ugly Betty e Big Bang Theory. Não gosto de True Blood.
Não sou rica, não sou pobre, não sou a mais bonita, e nem a mais feia. Gosto de falar de mim mesma. Talvez porque é o único assunto sobre o qual eu tenho alguma opinião formada.
Além de cachorros, pessoas irônicas, comida, amor, amigos, e outras coisinhas mais.